Roger aposta em formação ousada no Inter e altera papel de Alan Patrick

O Internacional retorna da Data Fifa com mudanças significativas no sistema de jogo. A principal delas envolve Alan Patrick, que deixará de ser apenas o armador do time para assumir função mais adiantada. A decisão de Roger Machado busca responder a um problema que vem preocupando a comissão técnica e os torcedores.

Nos últimos 12 compromissos, o Inter sofreu 17 gols. A sequência acendeu um alerta interno e deixou claro que ajustes eram necessários. O excesso de espaços entre defesa e meio-campo foi identificado como um dos pontos vulneráveis, comprometendo a consistência da equipe.

Como Roger pretende reorganizar o time

A solução encontrada passa por uma formação ousada. Roger testa variações entre o 4-1-3-2 e o 4-4-2, com três volantes para reforçar a marcação. Thiago Maia aparece como primeiro homem de contenção, enquanto Bruno Henrique e Alan Rodríguez ocupam as beiradas do meio-campo. Essa configuração oferece maior cobertura defensiva, mas também libera Alan Patrick para atuar mais próximo de Ricardo Mathias, quase como um segundo atacante.

Bruno Tabata ainda não se recuperou totalmente de lesão e sua presença é incerta. Caso não esteja à disposição, Romero deve ser o escolhido para a função. Além disso, o elenco segue desfalcado por convocações: Rochet, Enner Valencia, Benítez e Gustavo Prado estão com suas seleções.

O plano de Roger

Mesmo sem todos os titulares, Roger aposta que a nova disposição tática trará equilíbrio defensivo e, ao mesmo tempo, potencializará Alan Patrick como peça decisiva no último terço do campo. A expectativa é que o camisa 10 se torne mais influente próximo da área adversária, papel que pode redefinir o rendimento da equipe na sequência da temporada.

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